TUDO PODEMOS NAQUELE QUE NOS FORTALECE!
NELE E SOMENTE NELE NOS PODEMOS:
ALEGRIA naquele que e fonte suprema da felicidade
SAUDE Naquele que criou e projetou nossos corpos
VITORIA Naquele que venceu o mundo, a carne e o diabo
ABUNDANCIA Naquele que gerou tudo pela palavra do Seu poder
PAZ Naquele que tem o controle de todas as coisas
CORAGEM naquele q escreveu NAO TEMAS 365 vezes na Biblia
PROTECAO Naquele q que tem hostes de anjos a seu servico
DIRECIONAMENTO Naquele q conhece o passado, presente e futuro
MORRER Naquele q e a ressurreicao e a vida
SONHAR E PLANEJAR Naquele q criou o universo para nos
CONFESSAR Naquele derramou seu sangue na cruz
SORRIR Naquele q colocou 100 trilhoes de celulas no meu corpo
VOAR MAIS ALTO Naquele q renova... nossas forcas como da aguia
FICAR NO DESERTO Naquele q e a fonte da agua da vida
DESCER NO VALE Naquele q desceu as partes profundas da terra
RIR DO DIABO Naquele q esmagou a cabeca da serpente
VENCER O PECADO Naquele q crucificou meu velho homem
PREGAR SEM MEDO Naquele que nos enche de poder e autoridade
SER FORTES Naquele q nos fortalece com as vitaminas de
bondade, sais minerais de benignidade, proteinas de amor agape,
carboidratos da graca e gorduras da Suas riquezas.
By Celso Freitas
Friday, April 27, 2012
Saturday, March 24, 2012
winter scene
Winter scene
Today, through my small and rustic windows, I see a typical
scene of winter.
A gloomy gray landscape being engulfed quickly by early
darkeness of night.
As the snow fall dawn in a sudden and innocent way, I keep
myself imagining
what kind of message those white and delicate flakes are
trying to send to my
mind.
My thinking is prowling the labyrint of my contemplation. I
feel a frozen expectation
Suspended in the air.
It is possible to hear the moan of large amount of drye leaf
saying goodbye to
Both exuberant and elegant autumn colors.
My eyes now see our large backyard , formely full of big
trees itself becaming
A stage of a mutant threatre.
Behind of that thick snow courtain it is not ease to
distinguish those two vinyl
Chair in he backyard.
Thursday, March 15, 2012
CHOPIN'S RAINDROPS
Do alto de minha pequena e rustica janela
assisto uma cena tipica de inverno. Trata-se
de uma paisagem bucolica levemente ofuscada pela neblina suave do entardecer.
Um lugar de nostalgia dominado por arvores.
Arvores vivas, cheias de segredos. Estao
sempre de bem com as quatro estacoes e possuem
grande intimidade com o sol, a chuva, a neve
e o vento. Nesta estacao sao criaturas nuas, metamorfoseadaspela sabedoria divina. Possuem uma coloracao que lembra a sequidao. Estao cheias de galhos distribuidos como um leque aberto, unidos pelo mesmo tronco, compartilham o mesmo destino.
Sua casca inteira perece estar invernizadas pela agua vidrificada cristalina. Por essa superficie lisa, escorrem centenas de gotas chorosas, refletindo como espelho a textura abstrata das folhas caidas ao chao.
A neve comeca a cair, abracando a neblina e
e sufocando na terra, o aroma da relva molhada.
A noite vem chegando prematura e ousada,
engolindo sorrateiramente tudo o que restou
desse dia curto, de brevissimas horas.
O vento assopra a brisa gelada entre os labi
rintos dos corredores ecuros. Ele atua de maneira irresistivel. Formando ondulacoes
sincopadas, onde as arvores sao puxadas
suavimente pra dentro da magia. Da docura
da musica embutida no silencio...
E a linguagem muda dos movimentos, uma certa
embriagues, uma hipnose dancante.
Certamente estao sonhando com a melodia nostalgica intitulada Chopin's Raindrops. Como eu tambem estou.
assisto uma cena tipica de inverno. Trata-se
de uma paisagem bucolica levemente ofuscada pela neblina suave do entardecer.
Um lugar de nostalgia dominado por arvores.
Arvores vivas, cheias de segredos. Estao
sempre de bem com as quatro estacoes e possuem
grande intimidade com o sol, a chuva, a neve
e o vento. Nesta estacao sao criaturas nuas, metamorfoseadaspela sabedoria divina. Possuem uma coloracao que lembra a sequidao. Estao cheias de galhos distribuidos como um leque aberto, unidos pelo mesmo tronco, compartilham o mesmo destino.
Sua casca inteira perece estar invernizadas pela agua vidrificada cristalina. Por essa superficie lisa, escorrem centenas de gotas chorosas, refletindo como espelho a textura abstrata das folhas caidas ao chao.
A neve comeca a cair, abracando a neblina e
e sufocando na terra, o aroma da relva molhada.
A noite vem chegando prematura e ousada,
engolindo sorrateiramente tudo o que restou
desse dia curto, de brevissimas horas.
O vento assopra a brisa gelada entre os labi
rintos dos corredores ecuros. Ele atua de maneira irresistivel. Formando ondulacoes
sincopadas, onde as arvores sao puxadas
suavimente pra dentro da magia. Da docura
da musica embutida no silencio...
E a linguagem muda dos movimentos, uma certa
embriagues, uma hipnose dancante.
Certamente estao sonhando com a melodia nostalgica intitulada Chopin's Raindrops. Como eu tambem estou.
By Celso Freitas, 15.03.2012. Thursday, 12.53 pm.
Sunday, March 11, 2012
MEUS VERDES ANOS
Sinto saudades dos campos ralos
Das varzeas cor de terra negra
Cheia de verde e amarelo
Dos horizontes limpidos no azul do ceu
Dos dias quentes de verao
Inumeros corregos cortando a geometria
As aguas turvas alagando a imensidao
Era um sentimento de liberdade infinita
Ate onde meus olhos podiam alcancar
Eu so queria andar mais e mais
Meus pes abracavam a terra quente da estrada
Era longa, mas cabia dentro de mim
Que felicidade ter tudo o que eu achava lindo
Tenho saudades do passaros pretos
Eram centenas que se misturavam com a paisagem
Cantavam lindas melodias no arrozal
Fazendo coro com a brisa que os acariciava
As rolas, os pardais, o frango d’agua
Enchendo os campos molhados de suspiros
As nuvens do ceu correndo freneticamente
Contra o ponteiro do tempo que era lento
Naqueles tempos e que minha infancia
Parecia uma eternidade!
Tenho saudades do final da estrada
Que terminava no rio Paraiba
Aquelas beiradas embarrancadas
O cheiro das aguas, as cores do barro
Torvelinho de emocoes de sons variados
As arvores da pequena mata margeando o rio
Onde a gente cacava passarinhos
Descalcos e de shortes curtos
Sonhando sempre com a imensidao
4 January 2011
HORAS VAZIAS
HORAS VAZIAS
A noite fria e a rua vazia
Tao muda e sem destino
Em luz palida e solitaria
Esparzida no branco vidrificado
Da neve insencivel e escorradica
Gemidos mudos sufocados
De pes que pisam o azul cobalto
No concreto duro do asfalto
A noite fria e a rua vazia
Tao muda e sem destino
Em luz palida e solitaria
Esparzida no branco vidrificado
Da neve insencivel e escorradica
Gemidos mudos sufocados
De pes que pisam o azul cobalto
No concreto duro do asfalto
A
noite e longa tudo se esconde
Nas recamaras do isolamento
Horas que esperam ansiosas
Em murmurios de marcacao
Pelo despertar do gigante
Quem vem cruzando o quadrante
Na insolencia do poder dourado
Por um novo dia esperado
Nas recamaras do isolamento
Horas que esperam ansiosas
Em murmurios de marcacao
Pelo despertar do gigante
Quem vem cruzando o quadrante
Na insolencia do poder dourado
Por um novo dia esperado
1/23/11 domingo 6:44 PM
Monday, February 20, 2012
NOSTALGIA INVERNAL
Hoje, atraves de minha pequena e rustica janela, avisto uma cena tipica
de inverno. Uma paisagem melancolica acizentada de final de tarde.
No fundo, uma visao arquitetural rustica de arvores nuas, entrelacadas em
galhos desfolhados, simetricamente arranjados. Dancam melodias orquestradas pelo vento.
A cada movimento caem gotas d'agua de suas extremidades, simulando
notas tristes de Choppin, quebrando o silencio da paisagem bucolica.
.A noite chega prematura e ousada, engolfando sorrateiramente tudo o que restou desse
de inverno. Uma paisagem melancolica acizentada de final de tarde.
No fundo, uma visao arquitetural rustica de arvores nuas, entrelacadas em
galhos desfolhados, simetricamente arranjados. Dancam melodias orquestradas pelo vento.
A cada movimento caem gotas d'agua de suas extremidades, simulando
notas tristes de Choppin, quebrando o silencio da paisagem bucolica.
.A noite chega prematura e ousada, engolfando sorrateiramente tudo o que restou desse
dia curto de brevisimas horas. Com sua escuridade esconde o ceu, e abriga em suas
recamaras surprendente opacidade, submersa num lago de segredos exoticos.
recamaras surprendente opacidade, submersa num lago de segredos exoticos.
Para enriquecer os elementos dessa composicao invernal
a natureza libera mais um componente de rarissima beleza: a neve.
Pureza e sensibilidade e o resultado revelado na metamorfose inocente da agua
congelada em flocos cristalinos. Seu brilho translucido lembra o sorriso
inocente no olhar da crianca. Ela reina na brancura, tingindo todas as cores
pra depois se despedir pacifica e educadamente.
Fico a imaginar a versatilidade do pintor desse quadro e o sentimento
a natureza libera mais um componente de rarissima beleza: a neve.
Pureza e sensibilidade e o resultado revelado na metamorfose inocente da agua
congelada em flocos cristalinos. Seu brilho translucido lembra o sorriso
inocente no olhar da crianca. Ela reina na brancura, tingindo todas as cores
pra depois se despedir pacifica e educadamente.
Fico a imaginar a versatilidade do pintor desse quadro e o sentimento
de sublimidade que Ele desperta na alma de seus expectadores.
Meus pensamentos vagueiam no labirinto da imaginacao, produzindo uma expectativa
meio que frizada suspensa no ar. Ouco os gemidos de inumeras folhas secas,
outrora verdadeiras protagonistas das exuberancia outonal
meio que frizada suspensa no ar. Ouco os gemidos de inumeras folhas secas,
outrora verdadeiras protagonistas das exuberancia outonal
Meus olhos agora percebem que o nosso enorme fundo de quintal, outrora tomado
pelo verde de grandes arvores, virou um palco de teatro mutante. Atraz dessa
espessa cortina de neve, nao se destingue muito bem, as duas cadeiras brancas
de plastico que ficavam la no fundo do quintal..
Posicionadas como estao geometricamente, mais se parecem a duas almas
esquecidas, aguardando os famigerados raios do sol.
esquecidas, aguardando os famigerados raios do sol.
By Celso feritas - 23-11-08 12:15 p.m
MELODIA DO TREM
Nunca deletei do meu arquivo de recordacoes, os melhore momentos
daquelas noites frisadas de inverno no estado de New Jersey, quando eu adorava ouvir
no silencio do meu quarto um som incrivelmente melodioso. Era o som do trem do
metro parando nas estacoes paralela a rodovia da rota 21, a poucas quadras de minha casa.
Ele vinha de longe, todo mistico e exuberante rompendo a noite em cima de
uma plataforma de ferro muito alta, onde jaziam postes de luses ofuscadas pela
neblina da neve que caia suavemente.
Aquele som, ecoando entre as brisas geladas da solidao escura, vinham como camadas
de musica imperceptivel a serem decodificadas e desfrutadas num contexto poetico.
Sua chegada suave no subway contrastava com o fundo ritimado de dezenas de rodas
freando lenta e calculadamente.
Parecia a galopagem cadenciada de uma tropa enorme de cavalos de aco rasgando
a paisagem urbana engolfada na noite.
Cada vez que isso acontecia eu ficava bem concentrado com a sensacao unica
de nao querer perder nenhuma fracao do espetaculo. Em meu leito eu comecava
absorver avidamente a quebra desse silencio embebido de expectativas que nao durariam
mais que cinco minutos.
Meus sentidos eram entao capturados pela imagem orquestrada da
harmonia nostalgica que fluia desse efeito sonoro ritimado, produzido pelo atritar
de ferro com ferro, soprar do vento, nevoeiro e alguma voz humana..
Era uma transferencia espaco temporal de presente e passado, de real
e imaginario totalmente sincronizados. Um fenomeno do sentimento
que me transportava simultaneamente para uma outra viagem. A viagem no trem da
memoria. Lembrancas etereas subtraidas da coreografia abstrata do passado
ativado pelas saudades. Saudades imortalizadas que esse fenomeno faz reviver!
Celso Freitas 20-02-12
Nunca deletei do meu arquivo de recordacoes, os melhore momentos
daquelas noites frisadas de inverno no estado de New Jersey, quando eu adorava ouvir
no silencio do meu quarto um som incrivelmente melodioso. Era o som do trem do
metro parando nas estacoes paralela a rodovia da rota 21, a poucas quadras de minha casa.
Ele vinha de longe, todo mistico e exuberante rompendo a noite em cima de
uma plataforma de ferro muito alta, onde jaziam postes de luses ofuscadas pela
neblina da neve que caia suavemente.
Aquele som, ecoando entre as brisas geladas da solidao escura, vinham como camadas
de musica imperceptivel a serem decodificadas e desfrutadas num contexto poetico.
Sua chegada suave no subway contrastava com o fundo ritimado de dezenas de rodas
freando lenta e calculadamente.
Parecia a galopagem cadenciada de uma tropa enorme de cavalos de aco rasgando
a paisagem urbana engolfada na noite.
Cada vez que isso acontecia eu ficava bem concentrado com a sensacao unica
de nao querer perder nenhuma fracao do espetaculo. Em meu leito eu comecava
absorver avidamente a quebra desse silencio embebido de expectativas que nao durariam
mais que cinco minutos.
Meus sentidos eram entao capturados pela imagem orquestrada da
harmonia nostalgica que fluia desse efeito sonoro ritimado, produzido pelo atritar
de ferro com ferro, soprar do vento, nevoeiro e alguma voz humana..
Era uma transferencia espaco temporal de presente e passado, de real
e imaginario totalmente sincronizados. Um fenomeno do sentimento
que me transportava simultaneamente para uma outra viagem. A viagem no trem da
memoria. Lembrancas etereas subtraidas da coreografia abstrata do passado
ativado pelas saudades. Saudades imortalizadas que esse fenomeno faz reviver!
Celso Freitas 20-02-12
Auto exílio
Neste canto da poesia
Eu saco as rolhas
Das garrafas desconhecidas
Do velho vinho incubado
No subsolo do meu eu
Nesse refugio tão distante
Terra que não e de ninguém
Onde o tempo vive frisado
E tudo passa desapercebido
Eu mato o tempo matutando
Nesse auto exílio não programado
Ideias morrem e ressucitam
Sacodem a poeira da cortina
Fazem castelos do inusitado
E celebram a autenticidade
By Celso Freitas 20-02-12
Sunday, February 19, 2012
SEMPRE SONHANDO
Vamos ver o mar
Vamos ver a crianca
Na praia brincando
A praia de areia branca
De orlas multicoloridas
Entremeados de azuis
De espumas nos brinquedos
De plastico espalhados
Com sorrisos inocentes
Em meio aos ruidos
Do estourar das ondas
Com pessoas rindo
Com o sol dourado
Em bronzeados cintilantes
Cabelos esvoacantes
Tendo os pes molhados
Admirando a beleza
Do azul do ceu de anil
Com nuvens dancantes
E aves brancas pairando
Vamos caminhando e sonhando
Sempre sonhando
Sempre caminhando...
By Celso Freitas 19-02-12
SOMENTE AZUL
Com os olhos vejo o mar azul
Nao somente o mar
Mas o mar azul e seu azul
Com o coracao vejo o azul do mar
Nao somente azul
Mas o azul e o seu mar
Eu vejo o mar azul
E so de olhar eu posso velo
Tambem no teu olhar
Posso ver o azul e o mar
Eu posso ver os teus olhos
Com os azuis dos olhares meus
Meus mares voce nao ve
Com os azuis dos olhos teus
Com os olhos vejo o mar azul
Nao somente o mar
Mas o mar azul e seu azul
Com o coracao vejo o azul do mar
Nao somente azul
Mas o azul e o seu mar
Eu vejo o mar azul
E so de olhar eu posso velo
Tambem no teu olhar
Posso ver o azul e o mar
Eu posso ver os teus olhos
Com os azuis dos olhares meus
Meus mares voce nao ve
Com os azuis dos olhos teus
By Celso Freitas 19-02-12
Friday, February 17, 2012
AVE PEREGRINA
Aquela ave que avisto ao longe
Singrando a imensidao azulada
Engolfada na rancura sustentavel
Da beleza seduzida pela leveza
Na sutileza de movimentos aerobicos
Transpassa a linha imaginaria
Do horizonte translucido escondido
Na face solitaria do tempo e do espaco
Ave peregrina embebida em sonhos
Vinda dos tropicos temperados
Inala tranquilamente a brisa quente
Exalando os odores do oceano
Ave branca, linda e solitaria
Nem sequer imagina que nas orlas sinuosas
De um ponto distante
Existe alguem sonhando
Em trocar os pes molhados da areia
Com aquelas asas tao leves e soltas
By Celso Freitas
O VOO DA GAIVOTA
Naquele cais de barcos ancorados
Na textura do horizonte alaranjado
Nao ha sentimento mais lindo
De ver a gaivota no ceu
Surfando no infinito
Engolfada na beleza
Da brancura. Da leveza
Movimentos acrobaticos
Como que pilotando a nave
Cortando as nuvens brancas
Aquela ave navegando
Eu imagino. Inalando
A brisa quente e fria
Ao som do mar. A melodia
Nao tem pressa de voltar
Sempre voando e sonhando
Com os caminhos indecifraveis
Entre o espaco e o tempo
Que so traduz a liberdade.
By Celso Freitas, 14/07/09
Sunday, February 12, 2012
ANDAR PELA FE
Andar pela fe e viajar na contra mao da rodovia das impossibilidades,nao respeitando as placas de sinalizacoes que dizem que e proibido sonhar e seguir reto para nao entrar nas curvas perigosas da incredulidade.
* * * * *
Andar pela fe e "perder o juizo", e sair da zona de conforto
da razao natural e apaixonar se por uma visao gerada na
dimensao sobrenatural.
* * * * *
Andar pela fe significa perder a nossa logica pessoal e colocar a razao como instrumento de interpretacao do espirito.
* * * * *
Andar pela fe e ser louco o suficiente para chamar a existencia aquilo que nao existe como se ja fosse e possuir um alto nivel de disciplina para gerar aquilo que esta engedrado em nosso espirito.
* * * * *
Andar pela fe significa nao querer interpretar e nem querer entender a " falta de logica de Deus", ao contrario significa obedecer essa "falta de logica."
By Celso Freitas 12/02/12
Thursday, January 5, 2012
Um novo comeco
UM NOVO COMECO
By Celso Freitas 05.01.2012
As vezes o tempo passa em nossas vidas de tal forma, que não nos damos conta, de que precisamos sonhar e recriar um novo sentido em nossa existencia. Temos a tendencia de nos acomodarmos a mesmice do dia-dia e gastamos boa parte de nossas vidas em uma rotina tal, que torna o nosso existir destituido do sentido para o qual ele foi criado.
No decorrer dos anos adotamos padroes esteriotipados de comportamentos que acabam nos aprisionando no SPRCI Sistema Psicologico de Repressao a Criatividade Inovadora. Dentro desse sistema prisional, carregamos todos os entulhos que sobraram das decepcoes da vida e com eles construimos nossa propria cela. Porem tal atitude esconde uma conspiracao contra a nobreza de nosso chamado e a excelencia de nossa origem.
Em outras situacoes temos a sensacao de estarmos confinados no CLC Centro de Lavagem Cerebral, onde nossas mentes sao submetidas a saturacao continua de coisas negativas veiculadas pela midia diariamente. Assim somos alimentados pelas exibicoes dramaticas de todo mal que acontece na sociedade. Absorvemos como esponja o caldo da tragedia humana, com suas desgracas e miserias que assolam o nosso mundo moderno.
Todos as pessoas, em algum ponto de nossa caminhada, sao confrontados diante do dilema daquilo que sao e aquilo para o qual foram destinadas.
Fomos criados pra vivermos um futuro glorioso, e temos que entender as implicacoes de nossa trancendencia e como ela anseia e clama por uma mudanca e um novo comeco aqui neste tempo presente.
De volta para casa.
COMTEMPLACAO
O dia se foi. Estou voltando do trabalho para a casa, me deliciando com a transicao das paisagens do inverno. Montanhas e bosques parcialmente cobertos de neve. Ponta de penhascos humidos banhados de sol. Arvores desfolhadas ao longo da estrada acoitadas pela brisa gelada de uma temperatura imperdoavel. Centenas de carros formando um longo cordao sinuoso de luzes simetricamente refletidas na estrada molhada de branco. No horizonte o pulgente vermelhao alaranjado do sol, vai poucos dando espaco as cores texturizadas de lilaz e azul cobalto escuro. E a noite chegando com sua maneira peculiar de transformar tudo e chamar a todos para o repouso.
Enquanto a luz do palco do ceu vai lentamente se apagando, magnificas nuvens elegantemente
vestidas dancam incriveis melodias orquestradas pelo vento.
O que era minutos atraz, um gigantesco lencol branco de neve cobrindo a imensidao da
paisagem, agora e um mar de cristal escurecido, em cujo seio, estao escondidos
todas as cores dos misterios da
natureza.
By celso Freitas
By celso Freitas
FOLHA DE PAPEL
Aquela folha de papel
Texturizada
Tao bem pautada
Abandonada
E atirada ao leu
Aquela folha de papel
Na noite fria
Rua vazia
Na ventania
E atirada ao leu
Aquela folha de papel
Com seu passado
Tao marcado
Amarrotado
E atirado ao leu
Aquela folha de papel
Que tanto sonhei
Ja encontrei
E tanto amei
Caida do ceu
By Celso Freitas 23.01.11 Sunday 6:43 PM
Ignorância.
Existem tres coisas tristes relacionadas a ignorancia.
Primeiro e a ignorancia. Segundo, e a ignorancia com arrogancia e terceiro e a
igonorancia com arrogancia na
lideranca da ignorancia.
O pensar pensante.
Quando estou pensativo pensando no meu pensar, muitas coisas
me vem ao pensamento. Fico pensando se o meu pensar e um pensar pensante de fato, ou simplesmente um pensamento
que nao esta pensando o real pensar. Logo tenho que parar de pensar, pra
comecar a pensar o pensamento que
eu penso e julgo ser o melhor
forma de pensar para mim, considerando que o que eu as veses penso, nao tem
nada a ver com o que eu quero e nessecito pensar.
Por exemplo,
nesse momento em que estou escrevendo sobre o signicado de pensar pensamentos
que pensam o pensar pensante de verdade, muitos pensamentos comecam a pensar livremente no que eu
estou acabando de pensar para escrever.
Logo o que eu estou pensando nao e simplesmente mais um pensamento que pode fazer vc pensar os pensamentos que vc ja tem pensado. Pelo
contrario, eu penso que se vc
pensar da maneira como eu estou pensando, isto e, o pensar pensante, voce
certamente ficara pensativo e livre para pensar os pensamentos que nao sao
pensamentos de simplesmente pensar
Eu penso que, o
pensar que nao pensa esta associado
a pensamentos que vivem livres e soltos numa mente que pensa mas nao pensa, ou
seja, uma mente pensante que se acostumou a pensar qualquer
coisa e nao uma ideia genial. E um
sistema de pensar por pensar apenas. O pensar por pensar nao faz a gente pensar
o pensar pensante que precisa ser pensado. O que eu quero dizer com isto e que nao e tao facil educar nossa mente
pensante para pensar que o
pensamento precisa pensar, isto e, o pensar ideias e nao coisas.
O pensar pensante e pensar em em algo que ninguem para pra
pensar. Esses pensamentos vem em momentos
em que todo mundo esta distraido pensando que estao pensando, quando na verdade nao estao. Quando
paramos pra pensar tais pensamentos, ai temos de parar de pensar, para dar vazao a maneira do pensar pensante
que e realmente super pensativo e criativo.
E um pensamento
rarissimo de ser pensado no meio de pessoas pensantes que nao pensam. Pessoas
que nao pensam dessa maneira, geralmente sao pobres do pensar pensante, porque
se acostumaram com o pensar por pensar. Neste momento em que me encontro tao
pensativo com meu pensar pensante, e pensando que voce ja esta pensando como eu
penso sobre a importancia de se
ter o pensamento do pensar pensante provavelmente voce comecou a pensar se realmente o seu pensar pensante tem sido a sua maneira de pensar,
entao, comece a pensar seriamente deste seu pensar.
Tuesday, January 3, 2012
AUTO EXILIO
Nas horas monótonas do silêncio
Nas horas monótonas do silêncio
Na quietude translucida da noite
Sinto na alma inerte o açoite
Das lembranças suaves de um tempo
Quais nuvens guiadas ao vento
Como aves de saudades ardentes
Trazidas pelas brumas quentes
De um tempo onde tudo era lindo
Como um balão de cores caindo
Em um coração infante sorrindo
Um passado de façanhas
Onde brincávamos livres e soltos
Nos labirintos da inocência
Quando o tempo corria lento
Pra espiar os nossos sonhos
A gente se perdia e se encontrava
Amava, gritava e saltava
Agora a gente lamenta ao invés de rir
Pois o velho tesouro bateu asas e voou
Baú de recordações que o vento levou
"Sonhe com o que você quiser. Vá para onde você queira ir.
Seja o que você quer ser, porque você possui apenas uma vida
e nela só temos uma chance de fazer aquilo que queremos.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce. Dificuldades
para fazê-la forte. Tristeza para fazê-la humana. E
esperança suficiente para fazê-la feliz."
Clarice Lispector
Seja o que você quer ser, porque você possui apenas uma vida
e nela só temos uma chance de fazer aquilo que queremos.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce. Dificuldades
para fazê-la forte. Tristeza para fazê-la humana. E
esperança suficiente para fazê-la feliz."
Sonho Abstratro
Sonho abstrato e riqueza insana
Fragmentos de ideias
Bagunca organizada
De cores incolores
Que nao altera o produto
Da ordem dos fatores
Sonho abstrato
E o pleno ignorar
Do eixo em movimento
Na geometria circular
Com seus simbolos pintados
Que nao conhece o odio
E nao sabe o que e amar
Celso Freitas
Sonho abstrato e riqueza insana
Fragmentos de ideias
Bagunca organizada
De cores incolores
Que nao altera o produto
Da ordem dos fatores
Sonho abstrato
E o pleno ignorar
Do eixo em movimento
Na geometria circular
Com seus simbolos pintados
Que nao conhece o odio
E nao sabe o que e amar
Celso Freitas
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