Neste canto da poesia
Eu saco as rolhas
Das garrafas desconhecidas
Do velho vinho incubado
No subsolo do meu eu
Nesse refugio tão distante
Terra que não e de ninguém
Onde o tempo vive frisado
E tudo passa desapercebido
Eu mato o tempo matutando
Nesse auto exílio não programado
Ideias morrem e ressucitam
Sacodem a poeira da cortina
Fazem castelos do inusitado
E celebram a autenticidade
By Celso Freitas 20-02-12
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