Thursday, March 28, 2013
Da minha janela eu vejo a rua
Tão apagada e desfigurada
Dormindo no leito da noite fria
Em meio ao silencio da neve
Acoitada pela ventania
Da minha janela não vejo nada
Nada que o inverno peça desculpas
Nada que o silencio sinta remorsos
Só vejo as minhas lembranças
Dos meus tempos de criança
Da minha janela eu vejo algo
A noite se despedindo do sol
Árvores secas profetizando
O despontar da primavera
Um novo tempo, uma nova história
Wednesday, March 27, 2013
Profecia das árvores
- Da minha janela eu vejo a rua
- Tão apagada e desfigurada
- Dormindo no leito da noite fria
- Em meio ao silencio da neve
- Acoitada pela ventania
- Da minha janela não vejo nada
- Nada que o inverno peça desculpas
- Nada que o silencio sinta remorsos
- Só vejo as minhas lembranças
- Dos meus tempos de criança
- Da minha janela eu vejo algo
- A noite se despedindo do sol
- Árvores secas profetizando
- O despontar da primavera
- Um novo tempo, uma nova história
Manhã Nostálgica
Me lembro daquela manhã ofuscada de neblina
Mergulhada no cheiro agreste da natureza
Tão cheia de algo místico inexplicável
De ar fresco engolfado de humidade
Caminhos de terra, árvores e burbulho de águas
Envoltos numa quietude que não era silencio
Misturado de nostalgia. De saudades
De sol sem brilho. De lugar quase sem gente
Era uma sinfonía de sensacões entrelaçadas
Comtemplando o azul cobalto cintilante
Das asas da libélula no limbo esverdeado
Da pedra polida nas aguas espumantes
A estrada solitária rodeada de topografias
De encontros abrutos de rochedos e barrancos
Mostrando desencontros geométricos graciosos
Entre os vales cortados de águas corrediças
Do silencio quebrado no estatalar do bambuzeiro
Pássaros, insetos e animais soltando a voz
Da brisa suave trazendo lembranças
De um passado que o tempo levou
Mergulhada no cheiro agreste da natureza
Tão cheia de algo místico inexplicável
De ar fresco engolfado de humidade
Caminhos de terra, árvores e burbulho de águas
Envoltos numa quietude que não era silencio
Misturado de nostalgia. De saudades
De sol sem brilho. De lugar quase sem gente
Era uma sinfonía de sensacões entrelaçadas
Comtemplando o azul cobalto cintilante
Das asas da libélula no limbo esverdeado
Da pedra polida nas aguas espumantes
A estrada solitária rodeada de topografias
De encontros abrutos de rochedos e barrancos
Mostrando desencontros geométricos graciosos
Entre os vales cortados de águas corrediças
Do silencio quebrado no estatalar do bambuzeiro
Pássaros, insetos e animais soltando a voz
Da brisa suave trazendo lembranças
De um passado que o tempo levou
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