HORAS VAZIAS
A noite fria e a rua vazia
Tao muda e sem destino
Em luz palida e solitaria
Esparzida no branco vidrificado
Da neve insencivel e escorradica
Gemidos mudos sufocados
De pes que pisam o azul cobalto
No concreto duro do asfalto
A noite fria e a rua vazia
Tao muda e sem destino
Em luz palida e solitaria
Esparzida no branco vidrificado
Da neve insencivel e escorradica
Gemidos mudos sufocados
De pes que pisam o azul cobalto
No concreto duro do asfalto
A
noite e longa tudo se esconde
Nas recamaras do isolamento
Horas que esperam ansiosas
Em murmurios de marcacao
Pelo despertar do gigante
Quem vem cruzando o quadrante
Na insolencia do poder dourado
Por um novo dia esperado
Nas recamaras do isolamento
Horas que esperam ansiosas
Em murmurios de marcacao
Pelo despertar do gigante
Quem vem cruzando o quadrante
Na insolencia do poder dourado
Por um novo dia esperado
1/23/11 domingo 6:44 PM
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