Eu penso poesia
Eu persigo a intuição
Sou eu memória, eu reflexivo
Do desarranjo organizado
No ritmo metálico do tempo
Ao gosto livre
Das asas que voam
No piloto automático
Fluir expontâneo no vácuo
Rastro silencioso dos motores
Conjuntura descabida
Arvore desnudada
Em pleno inverno
Alimentando confluência
De aguas doces e amargas
Nas areias embraseadas do deserto
Incendiado de esperança
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