Me lembro daquela manhã ofuscada de neblina
Mergulhada no cheiro agreste da natureza
Tão cheia de algo místico inexplicável
De ar fresco engolfado de humidade
Caminhos de terra, árvores e burbulho de águas
Envoltos numa quietude que não era silencio
Misturado de nostalgia. De saudades
De sol sem brilho. De lugar quase sem gente
Era uma sinfonía de sensacões entrelaçadas
Comtemplando o azul cobalto cintilante
Das asas da libélula no limbo esverdeado
Da pedra polida nas aguas espumantes
A estrada solitária rodeada de topografias
De encontros abrutos de rochedos e barrancos
Mostrando desencontros geométricos graciosos
Entre os vales cortados de águas corrediças
Do silencio quebrado no estatalar do bambuzeiro
Pássaros, insetos e animais soltando a voz
Da brisa suave trazendo lembranças
De um passado que o tempo levou
Wednesday, March 27, 2013
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inimigo oculto
Nosso inimigo mora dentro de nos Multiplicado e potencializado Um tirano que detém o poder O lobo do nosso homem Um manipulador ...
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Tua existência me explica Fora de você, jamais me achei Você é a origem do meu eu real Tentei me descobrir sem você E me acabei ...
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